Mulheres
As mulheres sempre foram menosprezadas pelos homens, apesar de seu papel importante na sociedade. Desde os primórdios da história vemos mulheres que mostraram ser de grande relevância, algumas como grandes expoentes na literatura, nas artes plásticas, no cinema e sobretudo na música.
A mítica Joana D'Arc guiou os exércitos franceses durante a bem sucedida Guerra dos Cem Anos. Elizabeth I, que foi rainha da Inglaterra de 1533 à 1603, criou a Bolsa de Londres e transformou a Inglaterra no principal centro financeiro da Europa. Cleópatra, que dominava com perfeição a arte da conquista, definiu o rumo de dois impérios, o egípcio e o romano.
Já na história recente, temos a britânica Margaret Thatcher, a primeira mulher a dirigir uma democracia moderna, e que conseguiu o feito de estabilizar a então cambaleante economia inglesa. No nosso continente, Cristina Kirchner, Lidia Tejada, Michelle Bachelet, Laura Miranda e Dilma Rouseff foram as primeiras mulheres a assumir a presidência de seus respectivos países.
Na arte, Tarsila do Amaral e Anita Malfatti tiveram uma participação importante na renovação da arte brasileira em 1922. Na literatura, Clarice Lispector, Jane Austein, Virginia Woolf, Agatha Christie, Rachel de Queiroz e Cecilia Meireles forma grandes autoras tanto do período clássico como do contemporâneo. No cinema, Greta Garbo, Sofia Loren, Marilyn Monroe e Katharine Hepburn foram estrelas de cinema que por meio da sétima arte, destruíram preconceitos e estereótipos relacionados ao papel da mulher na sociedade.
A música, a "arte da musas", desde o início foi inspirada nas mulheres. Grande parte das músicas que conhecemos tem como tema a formosura e os atributos da mulher amada, ou a tristeza e frustração de uma desilusão amorosa. Mas também temos exemplos de mulheres que, como musicistas, mudaram gerações inteiras.
Janis Joplin, que morreu aos 27 anos, foi o ícone de uma geração, e é considerada por muitos como a "rainha do rock'n roll" e como "a melhor cantora de rock dos anos 60". Aretha Franklin, cantora americana de gospel e soul music, se tornou um ícone da música negra e foi eleita pela revista Rolling Stone como "a maior cantora de todos os tempos", colocando-a à frente de lendas como Elvis Presly, Ray Charles, Bob Dylan e John Lennon. Tina Turner, cantora e dançarina, além de atriz ocasional, foi chamada de "A Rainha do Pop", pela sua voz inconfundível e pela sua habilidade de intercalar sons graves e agudos. E atualmente temos Adele, que com seu talento inegável, vem abocanhando todas as premiações a que tem direito, e batendo recordes de venda de álbuns em meio à crise da indústria fonográfica. E a essa lista podemos adicionar Madonna, Britney Spears, Celine Dion, Amy Winehouse, Whitney Houston, Tarja Turunen, Simone Simmons e tantas outras cantoras que deixaram sua marca na história da música.
Nós aqui na Escola de Música Prelúdio também somos agraciados com a companhia de cantoras e musicistas que possuem um incrível talento: São elas: Débora Marcon, Deise Coccaro, Eliana Braunstein e Eliane Piseta Colombo (mais informações sobre essas professoras veja o site oficial da escola, na aba "professores")
Tamanha é a importância que a mulher tem na sociedade, que torna-se ridículo escolhermos um único dia do ano para homenageá-las. Ao invés de todo dia 8 de março darmos flores para as mulheres na rua, abraçarmos nossas mães e esposas, desejando-as "feliz dia da mulher", que tal respeitarmos e prezarmos sua contribuição social e o papel delas na nossa própria vida todos os dias? Porque como já dizia Tyler Durden, personagem da obra de Chuck Palahniuck, "Clube da Luta", "somos uma geração de homens criados por mulheres". Sendo nós o que somos, devemos grande parte disso a elas.

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